terça-feira, 2 de outubro de 2012

Dentro do corpo Humano


Gênios da Ciência - Darwin .


As 100 maiores descobertas da história da Genética - Dublado


Discovery Channel- Vida Sintética 5de5.

Discovery Channel- Vida Sintética 4de5.

Discovery Channel- Vida Sintética 3de5.

Discovery Channel- Vida Sintética 2de5.

Discovery Channel- Vida Sintética 1de5.

A Aventura do Antibiótico


Jardins do Éden - Ilha Geórgia do Sul


O Universo das plantas


O princípio da Vida



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Expedição no Amazonas


Orcas - Assassinas ou Vítimas


A Lei da Sobrevivência - O Urso Polar


Os Segredos dos Gorilas


Território Selvagem - Leão


A Origem das Espécies (Charles Darwin)



Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução



    Desde criança foi amante da natureza e gostava de pescar. Jovem, frequentou a escola de medicina, tentando a mesma carreira do pai, mas se não formou, tendo preferido concluir seus estudos na escola de páracos - que, naquela época, incluía estudos sobre a natuza. Nessa escola, teve aulas com um importante professor de botânica, que o indicou para ser assistente naturalista na viagem do navio de pesquisa Beagle. A contragosto dos pais, as 22 anos de idade, embarcou para uma viagem ao redor do mundo que durou cinco anos.
    O Beagle tinha a missão de produzir mapas mais precisos das ilhas e das costas ao sul do equador. O navio de pesquisa percorreu toda a América do Sul, Nova Zelância e a Austrália.
    Darwin realizou pacientes observações durante toda a sua vida, fez inúmeras experiências e trocou ideias com cientistas de todo o mundo.
    Em 1859, publicou a monumental obra Origem das espécies por meio da seleção natural.
    Darwin notou que os seres vivos tem muitos filhos, que nascem diferentes entre si. Alguns vivem bem e deixam descendentes, outros morrem. Sobrevivem aqueles que estão mais adaptados ao ambiente, pois podem se alimentar melhor, se esconder de predadores, encontrar mais espaço para reprodução etc.
    Assim, os individuos mais adaptados deixam mais descendentes. Em condições normais, a natureza segue seu curso e as adaptações ao ambiente confirmam, geração após geração. Mas isso pode mudar se o ambiente se modifica.
    Por exemplo: Por que as girafas têm pescoço comprido?
    Com a teoria darwinista, diremos que os animais com pescoço mais comprido foram selecionados em uma população de ancestrais da girafa, pois eles levaram vantagem sobre os indivíduos de pescoço curto. Depois de várias gerações, somente as girafas de pescoço longo sobrevivem.

Fonte: Figueiredo, Maria Teresinha; Ciências: Atitude e Conhecimento; Editora FTD S.A.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A Lua – satélite natural da Terra

Satélites naturais são os corpos celestes que vagam no espaço em torno de outros, como a Lua em torno da Terra, os satélites não têm luz própria, eles são astros iluminados. Os satélites artificiais são construídos pelo homem. Também viajam pelo espaço, mas com uma missão especial: a de receber e enviar mensagens para o nosso planeta. 
Outros planetas também têm satélites, por exemplo, Saturno tem dezoito satélites (luas) movendo-se a sua volta. 
O único satélite natural da Terra é a Lua, ou seja, ela gira em torno da Terra. Para completar uma volta em torno da Terra a Lua leva 28 dias e esse giro chama-se revolução, neste mesmo período, a Lua dá um giro completo em torno de si mesma. 
Como a Lua também é iluminada pelo Sol, dependendo da posição dela e da Terra em relação ao Sol vemos diferentes fases da Lua.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

FERMENTO BIOLÓGICO

      O fermento biológico é composto por fungos microscópicos vivos, enquanto o químico (ou em pó) é feito à base de bicarbonato de potássio. A forma como eles agem é bastante distinta. Os fungos do fermento vivo se alimentam da glicose da farinha de trigo: sua digestão produz, entre outras substâncias, as bolhas de gás carbônico (ou dióxido de carbono) que fazem a massa crescer. Já no fermento químico, o mesmo gás é obtido em reações do bicarbonato de sódio com algum ácido. Na fabricação do fermento em pó, o bicarbonato é misturado a substâncias que se tornam ácidas ao entrar em contato com líquidos ou quando são aquecidas. O pó já começa a reagir na hora de bater o bolo e, na maioria das vezes, continua a fazê-lo enquanto o bolo está no forno. Já os fungos do fermento biológico demoram um pouco a fazer seu trabalho e morrem no calor do forno. Assim, em receitas com fermentação biológica, como pães e pizzas, é necessário esperar a massa crescer antes de começar a assá-la.
Fonte: http://webnavegador.blogspot.com.br/2009/11/diferenca-entre-o-fermento-biologico-e.html

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Conservação de alimentos



   Dizemos que conservar é manter as características do alimento estáveis, por isso, é importante ressaltar que o alimento a ser conservado precisa chegar à etapa de conservação com boa qualidade, uma vez que o processo de conservação não reverte o quadro de deterioração já iniciado, podendo apenas retardá-lo.
   O ponto de partida, então, para um processo de conservação ideal, é o recebimento de matérias-primas de boa qualidade. Por exemplo, para produtos de origem vegetal, a qualidade física depende principalmente dos estágios finais do processo produtivo (a colheita e o transporte), além de suas condições de armazenamento antes e depois da ação das etapas conservativas. 
   A colheita pode ser feita de forma manual ou mecânica, mas independente do tipo, podem ocorrer danos físicos aos produtos alimentícios, tais como rachaduras, amassamento, quebra ou formação de fissuras.  Neste momento, além da integridade física ser modificada, ocorrem também alterações químicas e microbiológicas prejudiciais aos alimentos.
   A quebra, as rachaduras e as fissuras abrem a "porta" de entrada para contaminações. A partir daí, a conservação só pode agir na parte microbiológica, retardando o processo de proliferação dos microorganismos com o controle de variáveis como a temperatura, o pH e a umidade. Alternativa é o emprego de esterilização por meio do processo de irradiação de alimentos, que elimina completamente a carga microbiológica do mesmo, inclusive ovos e larvas de insetos e artrópodes presentes no interior dos alimentos e tratamento pelo calor que também trabalha com a morte dos microorganismos termossensíveis. 
   As alterações químicas nos alimentos são geralmente causadas pela presença de microorganismos deterioradores. Os carboidratos, por exemplo, são utilizados como fonte de energia, além de gerarem produtos que alteram sensorialmente os alimentos. As proteínas são hidrolisadas a aminoácidos e peptídeos e a degradação de aminoácidos resulta na formação de compostos como aminas biogênicas que causam odor pútrido (podre) aos alimentos. E os lipídeos são quebrados por enzimas específicas produzidas por algumas bactérias provocando o aparecimento de compostos menores, como os ácidos graxos livres, dos quais alguns conferem odor desagradável aos produtos. 
Maiores informações podem ser encontradas no site:

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Terra: O Poder do Planeta - parte 6


Terra: O Poder do Planeta - parte 5


Terra: O Poder do Planeta - parte 4


Terra: O Poder do Planeta - parte 3


Terra: O Poder do Planeta - parte 2


Terra: O Poder do Planeta - parte 1


OS CALENDÁRIOS JULIANO E GREGORIANO


PRIMAVERA E OS FUSOS HORÁRIOS