segunda-feira, 13 de agosto de 2012
O SISTEMA SOLAR
Nosso sistema solar está composto pela nossa estrela, o Sol, pelos oito planetas com suas luas e anéis, pelos asteróides e pelos cometas. O membro dominante do sistema é de longe o Sol. Todos os planetas giram em torno do Sol aproximadamente no mesmo plano e no mesmo sentido, e quase todos os planetas giram em torno de seu próprio eixo no mesmo sentido da translação em torno do Sol.
Na imagem do Sistema Solar temos: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Falta algo nessa lista? Pois saiba que a União Astronômica Internacional decidiu em agosto de 2006 quePlutão não é mais um planeta, e, sim, um planeta anão. A partir de agora, para ser um planeta, é necessário ter uma forma aproximadamente redonda, girar em torno de uma estrela e ser o astro dominante em sua órbita, ou seja, influenciar na trajetória dos corpos celestes próximos a ele, desviando asteróides, por exemplo.
Plutão não atende a esse último requisito, por ter uma órbita muito próxima à de Netuno, que é muito maior que ele. Assim sendo, é Netuno quem acaba influenciando a trajetória dos corpos celestes mais próximos, fazendo com que Plutão não possa ser considerado um planeta, mas um planeta anão.
Aliás, além de ser bastante menor do que os planetas tradicionais (o “nome oficial” dos oito que restaram), Plutão tem um movimento diferente dos demais. O movimento dele em torno do Sol (chamado órbita) é inclinado em relação ao dos outros planetas. Além disso, enquanto as órbitas desses corpos celestes são quase circulares, Plutão tem uma órbita mais “achatada”. Por isso, os astrônomos acreditam que Plutão não se formou na região do Sistema Solar onde ele se encontra atualmente.
PLANETAS ANÕES
Planetas anões, assim como os planetas, giram em torno do Sol e
sua gravidade é suficiente para lhes dar forma esférica. Mas, contrariamente aos planetas, cuja massa é dominante na sua órbita, a soma das massas dos vizinhos de órbita de um planeta anão é comparável à massa do mesmo. Essa é a diferença essencial que
distingue as duas categorias.
Há hoje 5 planetas anões. Ceres, situado no cinturão de asteróides
entre Marte e Júpiter, o cinturão Principal, e os "plutóides"Plutão, Haumea, Makemake e Eris, situados no cinturão de asteróides além de Netuno, o cinturão de Kuiper.
Planetas rochosos( também chamados de telúricos) são compostos de rochas e metal e tem densidades relativamente altas, rotação mais lenta, superfícies sólidas,não possuem muitos satélites e não apresentam um sistema de anéis. Os planetas rochosos são Mércúrio, Vênus, Terra e Marte.
Planetas gasosos são compostos basicamente de hidrogênio e hélio e tem densidades baixas, rotação rápida, atmosferas profundas,núcleo rochoso, sistema de anéis e muitos satélites. Os planetas gasosos são: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
ESTAÇÕES DO ANO
Ao longo de um ano, o Sol pode iluminar e aquecer de modo desigual uma mesma região.
Hemisfério Norte
Dia 21 de dezembro - Início do inverno
Dia 21 de março - Início da primavera
Dia 21 de junho - Início do verão
Dia 21 de setembro - Início do outono
Hemisfério Sul
Dia 21 de dezembro - Início do verão
Dia 21 de março - Início do outono
Dia 21 de junho - Início do inverno
Dia 21 de dezembro - Início do inverno
Dia 21 de março - Início da primavera
Dia 21 de junho - Início do verão
Dia 21 de setembro - Início do outono
Hemisfério Sul
Dia 21 de dezembro - Início do verão
Dia 21 de março - Início do outono
Dia 21 de junho - Início do inverno
Dia 21 de setembro - Início da primavera
EIXO DE ROTAÇÃO DA TERRA
n
Como o eixo de rotação da Terra está inclinado num ângulo menor que 90º em relação ao plano orbital, um dos hemisférios terrestre receberá mais diretamente a luz do Sol do que outro. Assim, será verão neste hemisfério e inverno no outro.
Se a Terra girasse ao redor do Sol com o seu eixo exatamente na direção perpendicular ao plano da sua órbita, não haveria estações do ano, pois a luz solar atingiria igualmente os dois hemisférios terrestres em qualquer época do ano.
DIAS E NOITES
Se admitirmos que a Terra se mova ao redor de seu eixo imaginário, é bem fácil entender o fenômeno dia-noite. Quando o lado voltado para o Sol recebe luz é dia. Quando o lado oposto a esse fica na sombra, é noite. E como o movimento terrestre é lento, a passagem de um condição luminosa é lenta e a claridade vai surgindo devagar ao amanhecer e desaparecendo ao entardecer. Esse movimento da Terra ao redor do seu eixo imaginario é chamado rotação.
nO ANO
O planeta se movimenta ao redor do Sol, percorrendo um caminho quase circular. Esse movimento é chamado de translação.A órbita terrestre é uma longa jornada que mede pouco menos de 1 bilhão de quilômetros, percorridos em 365,25 dias, isto é, um ano. nAo longo do ano podemos notar várias mudanças no meio ambiente físico, isto é, nas condições ambientais: as temperaturas (aumentam ou diminuem), as chuvas (ficam mais ou menos frequentes), a luminosidade se altera (escurece mais cedo ou mais tarde).
O planeta se movimenta ao redor do Sol, percorrendo um caminho quase circular. Esse movimento é chamado de translação.A órbita terrestre é uma longa jornada que mede pouco menos de 1 bilhão de quilômetros, percorridos em 365,25 dias, isto é, um ano. nAo longo do ano podemos notar várias mudanças no meio ambiente físico, isto é, nas condições ambientais: as temperaturas (aumentam ou diminuem), as chuvas (ficam mais ou menos frequentes), a luminosidade se altera (escurece mais cedo ou mais tarde).
A adoção do horário de verão
(...) O primeiro país a adotar o horário de verão acabou sendo a Alemanha, em 1916, seguido pela Inglaterra. Era a Primeira Guerra Mundial. A economia de energia foi considerada um importante esforço de guerra, diminuindo o consumo de carvão, principal fonte de energia da época. A medida foi seguida por outros países europeus.
Os Estados Unidos adotaram em 1918 junto com seu sistema de fusos horários. (...) Foi difícil, mas os americanos acabaram se acostumando. Hoje eles sabem das datas de começo e término com anos de antecedência.
Hoje, aproximadamente 30 países utilizam o horário de verão em pelo menos parte de seu território. E muito embora o nome faça referencia a uma estação do ano as datas de início e fim do horário de verão não são definidas por critérios astronômicos.
Boa parte das porções continentais do planeta está no hemisfério norte. Ali o inverno costuma ser rigoroso e o Sol se põe bem cedo, levantando-se nitidamente durante o dia. No verão ocorre o contrário: é comum ainda haver claridade por volta das 20 ou até 22 horas. É por isso que nesses lugares o horário de verão faz a diferença. (...)
No Brasil, o Horário de Verão foi adotado pela primeira vez em 1931, abrangendo todo o território nacional. Houve vários períodos em que este horário não foi adotado.
Desde 1985 o horário de verão é adotado anualmente, até que em 2003 atingiu a atual conformação. (...)
OS FUSOS HORÁRIOS NO BRASIL
Dizer que temos 24 horas, significa dizer que temos 24 horas diferentes na Terra ao mesmo tempo. Imagine que nos lugares do leste de onde você está será mais tarde e a oeste, mais cedo. Para o Japão, por exemplo, que está a 12 fusos horários a leste de Brasília, significa dizer que lá são 12 horas a mais do que na capital do Brasil.
Se você sabe que horas são neste momento em sua cidade, saberá que horas são no Japão. Que horas são agora no Japão?
No Brasil, por exemplo, temos 3 fusos horários diferentes.
QUE HORAS SÃO NO OUTRO LADO DO MUNDO?
O movimento da Terra em torno dela mesma, da esquerda para a direita, faz com que os raios solares iluminem e aqueçam o planeta gradativamente de leste a oeste. Por isso é que dizemos que os países do leste são os países do sol nascente, como é o caso do Japão.
Para que as horas em cada local do mundo coincidam com a posição do Sol no céu, criou-se a divisão da Terra em meridianos, que são linhas imaginárias de norte a sul, e os fusos horários. A hora zero no mapa é uma referência e têm como base a hora na cidade de Greenwich, na Inglaterra. Cada uma das faixas, identificadas com cores azul e cinza no mapa representa os diferentes fusos horários, tanto em terra quanto em mar em relação ao horário em Greenwich e, por consequência, em relação ao Sol também.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
DIGESTÃO NO HOMEM
A digestão dos alimentos transforma-os em substâncias mais simples e pequenas. Através dela ocorre a absorção de moléculas importantes e eliminação do que é desnecessário para o nosso organismo.
O Sistema Digestório é composto por: boca, faringe, esôfago. estômago, intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo), intestino grosso (ceco, colo e reto) e ânus. Também possui glândulas anexas: salivares, figado e pâncreas.
Na digestão humana ocorrem fenômenos físicos (mastigação, deglutição, peristaltismo e ação da bile) e fenômenos químicos (insalivação, quimificação e quilificação).
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O sistema respiratório
Esse sistema realiza as trocas de oxigênio
e gás carbônico entre os organismos e o ambiente, graças à renovação de ar,
dentro dos pulmões, por meio da inspiração e da expiração.
Os órgãos do sistema respiratório estão
organizados em duas zonas: a zona condutora, que conduz o ar para dentro e para
fora dos pulmões, e a zona respiratória, onde ocorre a troca de gases
respiratórios.
O ar
inalado pelo nariz é aquecido e filtrado pelos pelos da região nasal , antes de
chegar a nasofaringe e à laringe. O ar também pode ser inalado pela boca e
chegar diretamente à faringe.
Após passar pela laringe, o ar chega à
traquéia. Ela se ramifica em dois brônquios, que se dirigem cada um dos
pulmões. Os brônquios, por sua vez se ramificam novamente sem vias aéreas cada
vez menores, os bronquíolos, formando a árvore brônquica.
A troca de gases (oxigênio e gás carbônico)
que ocorre entre os alvéolos pulmonares e o sangue é chamada de hematose. O oxigênio inspirado é transferido do gás alveolar para as capilares sanguíneos.
Através dos capilares, o oxigênio chega aos tecidos e finalmente as células,
onde participará do processo de respiração celular.
O oxigênio é transportado pelo sangue
associado à hemoglobina ou dissolvido no plasma.
O gás carbônico é levado do sangue venoso
pelos capilares e passa para o gás alveolar através de um processo de difusão
simples, sendo eliminado na expiração.
Fonte: Novas Bases da Biologia (Nélio Bizzo) - Ed. Ática.
Assinar:
Postagens (Atom)











